sexta-feira, 27 de abril de 2012

Há esperanças em nós humanos.


Há esperanças em nós humanos.



Vivemos em um mundo novo, oferecendo todas as possibilidades de tecnologia que está nos deixando mal acostumados e muitas vezes passivos, babacas que vive ignorando o ornitorrinco.

Somos capazes de se comunicar velozmente ter informações que nem mesmo a grande Biblioteca de Alexandria, queimada por ignorantes religiosos foi capaz ao que se sabe de possuir.

Daqui ao pouco teremos mãos biônicas, olhos super poderosos.       E talvez a vida seja eterna?  Alguém deseja mesmo ser eterno?

Bem, mas o fato é que somos hoje seres tecnológicos. Ops!

Seres tecnológicos?

Acho que não é bem assim.

Dia desses vi num programa de TV de pegadinhas engraçadas, dois gatinho em cima de um Tablet de última geração tentando pegar um camundongo digital que enganava esses gatos perfeitamente.

E então deparei com a cena.

Claro que havia tecnologia naquela casa, mas havia também os dois gatos. Parte da família, aconchegados ali, e os dois gatos  fazendo companhia aquela família que mesmo com toda a tecnologia disponível, não puderam, não quiseram desfazer da amizade dos dois gatos.

Somos humanos, somos seres sociais e com forte tendência ao aconchego de um lar. E lar tem pai, mãe, filhos. E se não tem um ou outro, têm pelos gatos, cães, peixes. Esta em nossos genes, em nossa alma, sermos sociais precisarmos do outro a companhia do outro. E se ainda vamos ter mais tecnologias, pernas biônicas e  tudo mais, ainda assim vamos querer o outro, os outros, humanos, animais, plantas.

E mesmo que ignoremos o ornitorrinco, nunca vamos ser um.